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Enquanto tu mostras um apartamento no Príncipe Real esta manhã, o responsável de expansão internacional da eXp para a Europa, o Médio Oriente e a África está em Mumbai. Hoje e amanhã. Depois segue para Bengaluru, dias 23 e 24. O tema da conversa dele lá: como construir negócio para além das fronteiras tradicionais.
Isto não é uma notícia de rodapé. É o mecanismo que decide quem recebe o próximo comprador internacional em Lisboa e quem fica a olhar o anúncio a ganhar pó.
Os números que ninguém está a ler
Em 2025, a eXp abriu operações em sete países novos: Peru, Equador, Turquia, Coreia do Sul, Japão, Roménia e Países Baixos. Sete. Num único ano.
A receita internacional da empresa chegou aos 104,6 milhões de dólares até ao terceiro trimestre de 2025. Mais 74% do que no mesmo período do ano anterior. Isto não é crescimento orgânico lento. É expansão deliberada, país a país.
A meta declarada: 50 mil agentes em 50 países fora dos Estados Unidos até 2030. A empresa fechou 2025 com 83.060 agentes no total. Faz as contas. Ainda falta caminho, mas a direção está definida e o ritmo não abranda.
Porque é que isto te interessa em Lisboa
Fundei a eXp Portugal com uma equipa que já passa dos 125 agentes. Treinei mais de 7.200 profissionais ao longo dos anos, em Portugal e fora. E a lição repete-se sempre da mesma forma: o comprador de luxo que aparece em Lisboa raramente começa a procura em Lisboa. Começa em Miami, em São Paulo, em Dubai, e agora cada vez mais em Mumbai. Começa com um agente que faz parte da mesma rede internacional que tu.
Se esse agente em Mumbai não te conhece, ou não confia no teu histórico, o cliente dele nunca chega à tua carteira. Vai parar à mesa de outro consultor em Lisboa que já investiu tempo a construir essa relação.
A Regra de Ouro que aplico há 27 anos
Quem só domina o mercado local está a competir por metade dos clientes disponíveis. Quem entende como funciona uma rede internacional de referências está a competir pelo mercado inteiro.
Isto não é teoria de conferência. É contas. Um agente que recebe três referências internacionais por ano, a uma média de 8.000 euros de comissão cada, ganha 24 mil euros que o colega ao lado nunca vai ver. Só porque um constrói rede e o outro espera que o telefone toque.
A eXp está hoje em Mumbai a construir essa ponte. A pergunta não é se vais beneficiar disto. É se, quando o comprador indiano ou brasileiro perguntar por Lisboa, alguém vai mencionar o teu nome.
Já sabes a resposta. Trabalha para ela.